Não sei, mas adotar uma criança sempre me pareceu uma coisa legal.
Poxa, dar um amor infinito para uma pessoa que não teve esse amor, você faze-la sentir parte da sua família sem necessariamente ser "do sangue" dela. Conversar, mimar, levar no shopping, fazer parte da sua vida alguém que não conseguiu ou não quis fazer isso. Ver ela ir bem na escola, arranjar um amor, sofrer, começar a trabalhar, ter dificuldades e depois de tudo vê-la sorrir, te agradecer por você ser o pai dela... Não tem dinheiro que pague e nem sangue que compense.
Dividir sua vida com alguém que você escolheu, que você se dispôs a conviver, confiar, inserir em uma família, num carinho, numa cama quente, em momentos únicos, saber responder a uma pergunta, tudo isso é uma prova de amor gigante.
Pode parecer "escolher um produto numa vitrine" no começo, ver um rosto estranho na sua casa, ter um prato a mais na mesa, apresentar como "filho" alguém que você não conhece direito. Coisas estranhas? Quando você chama de "filho" aquela pessoa, você não rotula, você nomeia o ser especial, "o produto" que você escolheu com cuidado, que você teve o apreço primário.
Depois de você estudar, você ter o emprego que sonha, achar alguém que você ama, que te entende e que você quer passar o resto da vida, você opta pela adoção, você decide acolher um ser humano, passar a vida do lado dele, deixar tudo o que você tem quando morrer para ele, dar seu sobrenome.
É lindo isso. Deve ser inexplicável a sensação. Sublime.
E eu quero adotar. Me estabilizar, achar alguém que também esteja disposto a isso. Enfrentar toda a dificuldade possivel para adotar, mas ser recompensado depois com um simples sorriso ou um "Feliz dia dos pais".
Bem, hoje eu começo uma sequência de posts. Resolvi postar minha lista de objetivos na vida de trás para frente e "Gritar num precipício" tem sido, até agora, o último da minha lista.
OBS. Os posts com um asterisco no início (*) indicam os objetivos na vida.
[ Porque? ] Gritar para mim sempre foi uma ótima forma de relaxar, colocar o que sinto para fora e ser sincero comigo. Gritar e fazer meus sentimentos ecoarem pelo vácuo deve ser simplesmente a melhor coisa do mundo. Todos podem ouvir e, ao mesmo tempo, ninguém ouve. Fazer manifestar o desejo infinito de expor o que o senhor tumtum vive é algo que não pode ser medido. Ouvir o eco da minha voz, a voz que berra uma vida inteira deve ser a melhor sensação do mundo. E depois você dá as costar para o abismo e continua a sua vida, como se nada tivesse acontecido.
Fiquei discutindo com o Rick se seria melhor sermos crianças ainda ou se ser adulto tem alguma vantagem.
Cheguei a uma conclusão: a melhor coisa na vida é viver e seguir o tempo. Ser criança não ia trazer experiência, não faria-nos conhecer lugares, pessoas, coisas. Não nos permitiria ter algum tipo de regalia. Não iriamos amadurecer e nem ver as coisas de ângulos diferentes.
Ser criança talvez não me fizesse conhecer ele.
E acho que que mesmo adulto, eu tenho sentimentos inocentes de uma criança.
Este post foi escrito ao som de Vanessa Carlton - A Thousand Miles
Banda Maroon 5 fará shows no Brasil em novembro
Postado por Thiago GhougassianA banda Maroon 5 tem dois shows confirmados no Brasil em novembro. O grupo americano se apresentará no Rio, no dia 7, e em São Paulo, no dia 9.
A banda de pop-rock liderada por Adam Levine é mais conhecida no país pelo hit “This love”, que tocou incansavelmente nas rádios em 2005, e chegou a ser trilha de novela. O quinteto de Los Angeles já se apresentou no Brasil em 2004.

Em São Paulo, os ingressos estão sendo vendido pelo site www.viafunchal.com.br ou pelo telefone (11) 3188-4148
No Rio, os ingressos começarão a ser vendidos no próximo dia 27, pelo site www.livepass.com.br. Também haverá venda pelo telefone (11) 3556-5151.
Rio de Janeiro
Onde: HSBC Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca.
Quando: 7 de novembro
Ingressos: de R$ 100 a R$ 350 (há meia-entrada para estudantes com carteirinha)
São Paulo
Onde: Via Funchal – Rua Funchal, 65, Vila Olímpia.
Quando: 9 de novembro
Ingressos: de R$ 180 a R$ 300 (os ingressos de meia-entrada para estudantes serão vendidos apenas na bilheteria do Via Funchal)
Sonhos. Símbolos. Hipnotismo. Magia. Bagunça. Uma criança com certeza deve adorar essas palavras, porém em um cenário nada infantil cria-se uma arte capaz de encantar qualquer humano. No início ofusca os olhos e faz com que o cérebro tenha vontade de gritar, mas depois você se acostuma e até se diverte. Você é capaz de fazer uma coisa tão louca quanto essa ora bolas! Para que tanto glamour?
Você vê formas, cores, algo que parece um cavalo ou uma árvore e até mesmo uma maça, mas que na verdade é uma flor. Aquele pedaço de pão colado em cima do cabelo da moça não foi acidente, assim como aquela estrela no final do cano do esgoto não foi um acidente.
Uma crítica, uma reinvenção, uma nova sociedade inserida em traços tortos que contornam um círculo vermelho da mesmice. Recortes livres formam algo colossal, algo tão sublime e normal que impressiona o açougueiro e a dona de casa. Aquilo que parece um pedaço de carne com uma vassoura é de fato um pedaço de carne com uma vassoura. Uma carne azul e uma vassoura roxa.
A liberdade invade as mãos de quem pinta e transcende para a mente de quem olha, se perpetuando no cérebro de quem analisa e nos olhos de quem não enxerga. O cheiro da cor espalha-se pelo rim do curador do museu que convida o domador de leões a tocar com a íris o trapézio verde musgo.
De repente a criança sonha e quando acorda desenha. Entrega para o padeiro que arruma o cabelo da ovelha e devolve a dona de casa para ajeitar o pente torto. Algumas mãos depois, isso é entregue a admiração de todos daquele país.
Entendeu algo? A arte surrealista é feita para isso, para confundir e explicar o mundo que você vive. Isso é complexo no tempo contemporâneo, imagina nos anos 20, na França, quando tudo isso começa com um cara chamado André Breton? Era desconcertante ver clássicos se tornarem traços borrados e venerados. Qualquer um era capaz de marcar símbolos e fazer arte. Pop Art? Não, surrealismo. Criativamente real e fragmentada. Aclamada. Fantasiosa. Primária e tentadora.
de Vinícius de Moraes
Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.
E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada.
Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer - e vive a esmo
Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.
A Ni leu e disse que era minha cara.
"Se a sua mente estiver dividida por dois desejos conflitantes, isso destruirá a sua unidade e paz. Lembre-se, quando tiver de segurar algo, segure-o; quando tiver de deixá-lo ir, deixe-o."
(Tsai Chih Chung)
"Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirigi o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Ainda mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Not even at all"
retirado do filme "10 things I hate about you" (Dez coisas que eu odeio em você)
Enquanto existe um professor dá uma sobre InDesign, eu posto.
To muito destraido esses dias. Tudo me distrai e a falta o foco é algo presente nos meus dias.
Sabem quando você acorda e quando se dá conta já está indo dormir? Pois é... Os dias estão se estão passando e eu nem to percebendo.
Acho que me falta alguma coisa e não um calendário.
Eu só sei que meu blog só fala de amor. Mas é só o que eu sei falar.
Sobre o amor que eu não tenho, o amor que me falta e aquele amor que quando eu sinto que está chegando, vai embora, do nada, assim como os meus dias.
